09/10/09

Prémios Nobéis

Temos dois, para a literatura Herta Müller, a qual tendo editado 22 obras literárias segundo as fontes da Wikipedia, só 3 estão traduzidas em português, eilas:

  • O homem é um grande faisão sobre a terra. Tradução de Maria Antonieta C. Mendonça. Cotovia, 1993.
  • A terra das ameixas verdes. Tradução de Maria Alexandra A. Lopes Difel, 1999.
  • O Compromisso. Tradução de Lya Luft. Globo, 2004
E temos o meu presidente favorito no presente: Barak Obama para nobel da Paz, e de mim só merece um aplauso!

"O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recebeu hoje o Prémio Nobel da Paz "pelos esforços diplomáticos internacionais e cooperação entre povos". Obama "acolheu com humildade a selecção do comité", disse o assessor de imprensa da Casa Branca, Robert Gibbs.
"

Até á próxima

3 comentários:

Olhos Dourados disse...

Quem diria!

Oishii disse...

Cara amiga bloguista! No caso do Obama não posso concordar mesmo nada com o prémio atribuido. As pessoas que merecem prémios é porque realmente fizeram alguma coisa para o receber, não basta a palavra. Por muito que goste do Obama não posso concordar com isto e acho sinceramente, que só demonstra um grande desrespeito por aqueles que verdadeiramente o merecem!

Dylan disse...

O Nobel da Paz tem características diferentes dos restantes prémios atribuídos pela Academia Sueca. Desde logo, é atribuído em Oslo por um comité independente norueguês, laureando alguém ou alguma entidade que se distingue pela capacidade de resolver diplomaticamente diversos problemas, independentemente de ficarem concluídos ou não. Foi assim com Jimmy Carter, é agora assim com Barack Obama. Porque privilegia o diálogo e o bom senso entre os povos, porque ele próprio é o resultado da esperança e do sonho: ter sido o primeiro presidente afro-americano da história dos EUA. Um exemplo do idealismo norte-americano, ainda hoje cobiçado, abraçando causas como os Direitos Humanos e trabalhando internamente para um plano de reforma do sistema de saúde. Com Obama, voltaram as preocupações com o meio ambiente, com o desarmamento nuclear, com a desmobilização do Iraque e com a possibilidade do fim do embargo a Cuba. Apressou-se a condenar o golpe de Estado nas Honduras e a normalizar as relações institucionais com a Rússia, não esquecendo a tentativa de cativar o mundo árabe ao admitir a criação do Estado da Palestina , fundamental para a paz no Médio Oriente.

Negar isto, em menos de nove meses, é cair no discurso dos conservadores norte-americanos e de parte da esquerda europeia, recheada de tiques estalinistas.

http://dylans.blogs.sapo.pt/