16/01/10

O não dizer o que se sente...

Quantas vezes, não dizemos o que sentimos? quantas vezes sai da nossa boca palavras que não queremos dizer?quantas vezes não nos arrependemos do que dizemos e quantas vezes nos arrependemos do que não dizemos?
Uma das razões pelas quais acontecem estes factos, é mais uma vez o medo, esse tal que tantas vezes aqui falo no meu "cantinho", pois é, o medo!
Medo esse que nos bloqueia, que nos fragiliza, que faz com que não sejamos NÓS mesmos...há um suspiro em mim de culpa ao escrever tais palavras...
Por isso, como pela escrita, os dedos seguem a vontade do que vai na alma, eu deixo levar-me para o interior do teu olhar, esse olhar lindo e poder mergulhar na essência do teu ser e desde aí tomar parte de ti...
O que importa demonstrar ser forte...a usar uma máscara inquebrável se afinal essa força não é depois estimulada? com gestos, palavras amigas, sem compromisso, apenas e só honestidade, carinho é o suficiente para a tão esperada leveza de espírito...

Até á próxima



8 comentários:

Ana disse...

Olá!
Às vezes falar do que sentimos é muito dificil mas tentar fazê-lo e admitir já é um começo!
Beijinhos bom fim de semana

izzie disse...

:)

Ai amiga... nem imaginas...

Um beijinho,

anf disse...

não penses muito nisso e assim serás mais feliz de certeza.
kiss

Olhos Dourados disse...

É o medo.

Gonçalo disse...

Vou-te contar um segredo. A minha próxima sugestão literária intitula-se "O que sabem as pessoas felizes", de Dan Baker. É uma sugestão perfeita para ti!

Um beijinho e guarda bem o nosso segredo :)

Daniel Silva (Lobinho) disse...

Sabes, tu tens uma capacidade de regeneração tão grande quanto a de sofreres a dor, e embora isso te possa afastar de ti mesma e da glória dos dias para lamberes as feridas, o facto é que te superas nas cicatrizes que são reversíveis, porque emprestaste demasiado ao objecto do teu interesse, vulgo idealização.

Conheço o sentimento, amiga, e se te conheci a desbravares terrenos como quem sara uma seiva (família, pai, tu mesma...) não é agora uma chuva que se tornará maior do que tu.

Louvo a tua capacidade de regeneração, mas não te afastes tanto que alguma acidez te faça confiar e esperar menos dos outros.

Eu sei que é só uma questão de tempo. E é por isso que te admiro.

beijinhos e... continua! :)

Sam Seaborn disse...

Não sei se será medo… mas se o for será certamente o de não entrar em desacordos que a nada levam ou não ferir relações frágeis, em geral a dado momento acaba em colapso e palavras foram ditas, nem sempre sentidas, e a linha amplamente ultrapassada…

Elisabete disse...

Da mesma forma que me dizes que tenho textos que podiam ser escritos por ti, o mesmo te posso dizer hoje!
Ai esse medo! Que tanto nos impede, que tanto nos magoa!
Mas um dia passa...tem que passar :)

Beijinho